COLONIA DE PESCADORES Z8 DE PROPRIÁ

COLONIA DE PESCADORES Z8 DE PROPRIÁ
ESTADO DE SERGIPE

terça-feira, 28 de abril de 2015

PROPRIÁ: PRESIDENTE DA COLÔNIA DE PESCADORES Z-8, LAMENTA O FALECIMENTO DO PESCADOR.

NOTA DE FALECIMENTO!

MORRE EM PROPRIÁ O PESCADOR Djairton Santos, (conhecido como Negão D lara)
É com grande pesar que a Colonia de Pescadores e Aquicultores Z-8 comunica o falecimento do pescador Djairton Santos, mais conhecido como negão d Iara, ocorrido no dia de hoje 28 de abril de 2015.

A Colonia de Pescadores e Aquicultores Z-8 de Propriá lamenta o ocorrido, presta condolências e solidariedade aos familiares e amigos.

ÓRGÃOS PLANEJAM AÇÕES PARA DESENVOLVIMENTO DO BAIXO SÃO FRANCISCO

A reunião discutiu parcerias entre governo e Codevasf
A Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) e o Governo do Estado de Sergipe irão desenvolver ações conjuntas para o desenvolvimento dos 14 municípios do território do Baixo São Francisco Sergipano. A parceria foi articulada em reunião realizada entre o superintendente regional da Codevasf, Said Schoucair, e a coordenadora da Assessoria de Acompanhamento de Projetos para o Baixo São Francisco, Eliane Aquino. A proposta é que as ações estejam focadas nas áreas de agricultura e educação.
No primeiro momento, a parceria deve envolver o intercâmbio de informações sobre ações executadas e em fase de planejamento pela Codevasf e pelo Governo do Estado na região, além do repasse de banco de dados georreferenciado com informações da atuação da Codevasf. O objetivo é evitar a duplicidade de ações e facilitar a realização de ações conjuntas no futuro. Esse trabalho também deve contribuir para a elaboração do plano de desenvolvimento do Baixo São Francisco, ação a ser executada pelo governo estadual.
Ações de capacitação técnica e profissional também são um dos focos da parceria entre o Governo do Estado e a Codevasf. Durante a reunião, Eliane Aquino destacou a necessidade do diálogo amplo e constante de instituições parceiras em todos os níveis de governo, de forma a tornar cada vez mais eficiente a atuação do poder público em favor da sociedade. Participaram da reunião as assessoras Eloísa Galdino e Maria Luci Silva. Pela Codevasf, participou do encontro o gerente regional de Administração, Walter Uchôa.
O superintendente regional da Codevasf, Said Schoucair, por sua vez, ressaltou que a empresa está totalmente comprometida com o desenvolvimento da região. "Hoje temos uma grande parceria com vários órgãos do governo estadual e, naquilo que depender da Codevasf, iremos fazer de tudo para fortalecer essa relação e buscar o crescimento do Baixo São Francisco", declarou o superintendente.
A Codevasf executa uma série de ações que têm como objetivo o desenvolvimento socioeconômico dos 28 municípios que compõem a bacia hidrográfica do São Francisco, incluídos os 14 que integram o território do Baixo São Francisco Sergipano. Nesses municípios, a Codevasf realiza ações de reabilitação dos perímetros Propriá, Cotinguiba/Pindoba e Betume, obras de saneamento básico (implantação de sistemas de abastecimento de água e esgotamento sanitário), além da doação de cisternas, kits familiares de apicultura e irrigação.

sexta-feira, 24 de abril de 2015

GOVERNO DEVE DEIXAR DE ECONOMIZAR R$ 2 BILHÕES COM MP 665.

Valter Campanato/Agência Brasil

O ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, divulga os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), relativos ao mês de setembro de 2014
Ministro do Trabalho, Manoel Dias: mudança reduz a expectativa de economia aos cofres públicos de R$ 9 bilhões para aproximadamente R$ 7 bilhões, disse Dias
Bernardo Caram, do Estadão Conteúdo
Brasília - O ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, disse nesta quinta-feira, 23, que o governo deve deixar de economizar R$ 2 bilhões neste ano com a flexibilização feita na Medida Provisória 665 para reduzir o tempo de carência do seguro-desemprego.
 
O texto original, enviado ao Congresso pelo Palácio do Planalto, estipulava em 18 meses o tempo de trabalho necessário para fazer o primeiro pedido do seguro-desemprego.
 
Após negociação entre governo, parlamentares e centrais sindicais, o relator do projeto, senador Paulo Rocha (PT-PA), reduziu esse prazo para 12 meses.
Segundo Manoel Dias, a mudança reduz a expectativa de economia aos cofres públicos de R$ 9 bilhões para aproximadamente R$ 7 bilhões.
Ele ressaltou que o governo prosseguirá com o debate no Congresso.
"A orientação é sentar com o relator e a base aliada para negociar", disse.
 
Petrobras
O ministro afirmou também que a Petrobras terá a tarefa de iniciar sua recuperação, após a divulgação do balanço da estatal na noite de ontem.
Dias espera que os contratos suspensos por causa da Operação Lava Jato sejam retomados.
 
"A Petrobras, já com balanço apresentado, agora terá a tarefa de recuperar esse período que passou dificuldades", afirmou.
 
Ele lembrou que a operação da Polícia Federal afetou contratos com companhias terceirizadas e provocou demissões.

quarta-feira, 22 de abril de 2015

DILMA SILVA DA Z- 8 VIBROU COM A VITÓRIA DE CICERO MEDEIROS "DADINHO" QUE FOI REELEITO PARA PRESIDENTE DA COLÔNIA DE PESCADORES Z- 7

Com 367 votos o atual presidente continua na gestão da colônia para cumprir mais um mandato.

No Sábado (18) foi marcado pela movimentação que aconteceu durante a eleição para presidência da colônia de Pescadores Z-7 de Neópolis (SE). Durante todo o dia mais de 800 pescadores eram esperados nos locais para realizarem suas votações. 393 pescadores votaram nos candidatos. Dos votos, 367 elegeram Cicero medeiros, mais uma vez ,  e o candidato Manoel obteve 26 votos.

A eleição foi composta apenas por duas chapas, mas foi marcada por muita rivalidade. O pescador Manoel, da chapa II, foi oposição à Dadinho que compunha a chapa I.

Durante a campanha, seu Manoel, era a atual vice-presidente e alegava conhecer as dificuldades e anseios da categoria. Ele rompeu com a diretoria e lançou uma chapa para concorrer.  

Cicero Medeiros (Dadinho como é conhecido), que concorreu ao cargo mais uma vez, ganhou a eleição com o discurso que ainda tinha muito trabalho para mostrar. 

Após o resultado Cicero Medeiros,  prometeu aos pescadores da cidade que os trabalhos continuarão, e com a estrutura atual da colônia só tende a melhorar e a diretoria vai trabalhar para melhor atender os pescadores e pescadoras.
A Presidente da Colônia de Pescadores e aqucultores Z-8 de Propriá, parabenizou o Presidente Reeleito Dadinho, e desejou a ele sucesso no seu trabalho junto com toda a sua diretoria.
O Presidente da Federação dos Pescadores e Aquicultores do Estado de Sergipe, esteve presente durante todo o dia observando o processo eleitoral, e ao término parabenizou o presidente da Colônia Dadinho, Reeleito.

Para o Presidente da Colônia Z-8, "Os pescadores exerceram seu direito de cidadania, compareceu muita gente nos locais de votações, e graças a Deus mais uma vez o processo eleitoral consolidou a chapa I como votoriosa. Os profissionais da Pesca que confiou seu voto na chapa I, deve cobrar para ter muito mais empenho, para melhorar ainda mais o trabalho , e agora a responsabilidade do Presidente ae a Diretoria só aumenta”, disse.  Dilma Silva, que participou da Comissão de apuração dos Votos.


VEJA COMO FICOU FORMADA A NOVA DIRETORIA DA COLÔNIA DE PESCADORES E AQUICULTORES Z - 07.
DIRETORIA EFETIVA
Presidente: Cicero Medeiros Lima
Secretário: Luciano Pereira Santos
Tesoureiro: Márcio José Feitosa


CONSELHO FISCAL
Leysiane Ferreira Santos
Carlos dos Santos
Marizete Souza dos Santos


SUPLENTES DA DIRETORIA

Vice-Presidente: José Fausto Santos
2º Secretário: José Ronaldo dos Santos
2º tesoureiro José Pinheiro de Oliveira


SUPLENTES DO CONSELHO FISCAL

Joselito dos Santos
Gilvan Noberto de Jesus
Giclécia Alves dos Santos

terça-feira, 21 de abril de 2015

PROGRAMAS EDUCACIONAIS LEVAM CAPACITAÇÃO E QUALIFICAÇÃO AOS PESCADORES

imagem sem descrição.

O Ministério da Pesca e Aquicultura, buscando a inclusão social e a qualificação dos profissionais da pesca e aquicultura no Brasil, dispõe de programas em âmbito nacional que vão desde a alfabetização do pescador até as boas praticas de manipulação do pescado. 
A capacitação desses profissionais, por meio dos Cursos de Formação Inicial e Continuada, por exemplo, é uma ferramenta importante, para minimizar a perda de qualidade do pescado, melhorar técnicas de manipulação, agregar valor ao produto, fazer o aproveitamento dos subprodutos do pescado (vísceras, escama), melhorar os resultados na criação de peixes, melhorar suas noções de segurança da navegação, entre outros tão necessários. 
Dentre os principais Programas Educacionais do Ministério, podemos citar:
  • Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico – Pronatec –, direcionado a qualificar trabalhadores da pesca e aquicultura, dando acesso ao ensino técnico e ao emprego.
  • Pescando Letras – direcionado a pescadores e aquicultores que não tiveram acesso à educação escolar e à alfabetização.
  • Formação de Aquaviários – Instituído pelo Grupo de Trabalho (GT) Formação e Capacitação de Pescadores, direcionado aos pescadores artesanais e industriais que pretendam se capacitar.
  • Plano Nacional de Educação para Pescadores e Aquicultores – PNE – proporciona formação escolar continua e gradual, respeitando as especificidades dos pescadores e aquicultores, contribuindo para a formação e qualificação destes.

O Ministério da Pesca e Aquicultura entende que esses Programas constituem importante oportunidade de aprimoramento profissional, para quem nunca teve acesso ou pouco frequentou cursos de capacitação profissional ou de educação durante a idade escolar.

sexta-feira, 17 de abril de 2015

PAULO ROCHA DEFENDE MANUTENÇÃO DE REGRA DO SEGURO-DEFESO; PIMENTEL FALA DAS MUDANÇAS NO TEXTO DE PAULO ROCHA

Senador sugere mudanças no texto da MP 665

 
Senadores Paulo Rocha e José Pimentel
(Brasília-DF, 15/04/2015) O relator da MP 665/2014, senador Paulo Rocha (PT-PA), defendeu a manutenção da atual regra do seguro-defeso, que exige ao menos um ano de registro na categoria para que o pescador seja pago durante o período em que a pesca é proibida, e não três anos, como determinado no texto original. Na tarde desta terça-feira, o parlamentar apresentou relatório com mudanças nos principais pontos da Medida Provisória que altera direitos trabalhistas em na comissão mista que analisa a MP.  O senador José Pimentel(PT-CE), líder do governo no Congresso, comentou as mudanças propostas por Paulo Rocha( veja discurso na íntegra ao final)
 
“O período de um ano de comprovação como pescador foi alterado porque trata-se de uma conquista, obtida no início do governo Lula. Naquela época, reduziu-se o tempo de comprovação de três anos para um ano”, explicou.

“Desta forma, vamos simplificar a vida do pescador artesanal, porque não exige um ‘saco’ de documentos do trabalhador”, defendeu o senador José Pimentel (PT-CE) ao se pronunciar sobre o tema.
 
Paulo Rocha defendeu, também, que o seguro-defeso seja administrado pelo Ministério da Previdência, e não pelo Ministério do Trabalho, como é feito atualmente.
 
O relator da MP propôs mudanças, também, em relação ao seguro-desemprego, sugerindo a redução de 18 meses para 12 meses para a primeira solicitação do seguro-desemprego.
 
A matéria volta a ser debatida pela Comissão nesta quarta-feira (15). “Até lá, ainda temos possibilidade de negociar mudanças e mais avanços para os trabalhadores”, destacou Paulo Rocha.
Trabalho rural
Sobre as novas alterações que ainda podem ser negociadas, o relator da MP destacou a importância de rever o seguro-desemprego para quem trabalha em ambientes rurais.
“Tenho que resolver o problema dos trabalhadores rurais, porque eles ficam vulneráveis na questão do seguro-desemprego apenas aos que comprovem, na primeira solicitação, terem trabalhado por um ano. Temos que achar uma solução para isso, já que não se pode fazer diferenciação entre as categorias. Isso porque dá margem para outros setores reivindicarem concessões. Mas, para quem trabalha no campo, é necessária uma regra diferente porque o período de trabalho é de três, quatro meses”, explica Paulo Rocha.
Veja a íntegra da fala do senador José Pimentel:
 
O SR. JOSÉ PIMENTEL (Bloco Apoio Governo/PT - CE. Sem revisão do orador.) – Sr. Presidente, Senador Renan Calheiros, Srªs e Srs. Senadores, a Comissão Mista da Medida Provisória nº 665 fez a leitura hoje do seu parecer.
Ao longo da instrução dessa medida provisória, nós fizemos um conjunto de audiências públicas, envolvendo os especialistas, as entidades representativas dos trabalhadores e também o Governo.
O nosso Relator, Deputado Paulo Rocha, fez um conjunto de reuniões com as entidades sindicais.
A última delas foi hoje, e permitiu ali construir uma série de consensos.
Essa medida provisória trata de três grandes temas: o primeiro deles é o Seguro Defeso do pescador artesanal. Esse era um dos temas de maior dificuldade, e, na construção do entendimento, nós rejeitamos totalmente o que estava na medida provisória e acolhemos a legislação previdenciária, que é resultado da Lei nº 11.718, de 2008, que assegura os benefícios para os segurados especiais, e, entre esses, estão os pescadores artesanais.
Essa legislação já está em vigor há seis anos, está testada, foi acolhida pelos movimentos sociais, e não tem qualquer crítica sob a ótica de abusos, de fraudes ou de mecanismo que traga determinadas espertezas. Ali, a Previdência Social já reconhece o direito do pescador artesanal a partir de um conjunto de informações que são certificadas com a participação das entidades dos pescadores artesanais, desde a colônia de pesca, passando por suas entidades nacionais. Existe um termo de compromisso de reconhecimento automático desse direito, e hoje temos algo em torno de 400 mil pescadores artesanais já certificados. E essas regras determinam que o pescador tenha uma carência de apenas um ano.
Portanto, todas aquelas regras que vinham na Medida Provisória nº 665, por acordo entre o Governo, as entidades dos trabalhadores e com o arbitramento do Relator, passam a se aplicar na habilitação do pescador artesanal, para receber o seu Seguro Defeso, as mesmas regras que se aplicam desde 2008 na concessão dos benefícios previdenciários. Repito: a carência para os benefícios da Previdência é de apenas um ano, e passa a ser a mesma carência aqui.
Havia uma segunda grande reclamação por parte das entidades quanto ao pagamento dos benefícios, particularmente nas cidades que não têm agência bancária. Nós estamos incluindo o pagamento dos benefícios do pescador artesanal na mesma rede de pagamento dos benefícios do INSS, e já são 32 milhões de benefícios pagos rigorosamente em dia em qualquer ponto do Território nacional.
Então, essa rede que hoje a Previdência Social utiliza para pagar seus 32 milhões de benefícios será a mesma rede para pagar o Seguro Defeso e, com isso, retira aquela necessidade que tínhamos de pedir aos governos estaduais apoio para que pudéssemos fazer esse pagamento. Nesse tocante, era o que propunham as entidades representativas dos pescadores e fizemos um grande acordo em torno do pescador artesanal.
No que diz respeito ao abono salarial, que é outro item de que trata a Medida Provisória, estamos aplicando a mesma regra do décimo terceiro salário: para cada mês trabalhado ou fração superior a 15 dias, recebe um doze avos; se o trabalhador tiver quatro meses de trabalho no ano, ele recebe quatro doze avos do salário mínimo; se tiver trabalhado oito meses, ele recebe oito doze avos do salário mínimo; trabalhando os doze meses, ele recebe os doze doze avos do salário mínimo, integral.
O que propunha o Governo? A necessidade de ter, no mínimo, doze meses, ou seja, quem tivesse trabalhado menos de doze meses não recebia. Portanto, foi feita essa proposta por parte do Relator, com o acolhimento das entidades.
E há um item no abono salarial em que o Governo exigiu uma carência de 90 dias, que é exatamente o período probatório do tempo de trabalho, que está na CLT. Isso está na Medida Provisória, mas as centrais sindicais, as entidades representativas dos trabalhadores não têm acordo no que diz respeito à carência de 90 dias. È um tema em que vamos enfrentar o debate no plenário da Câmara e no plenário do Senado.
O terceiro e último item é o Seguro-Desemprego. Na Medida Provisória, determinava-se que o prazo fosse, no mínimo, de 18 meses para receber o Seguro-Desemprego. No debate, o Relator arbitrou em 12 meses. Ou seja, temos algo em torno de 70 emendas a esta Medida Provisória propondo 12 meses, e o Relator acolheu exatamente esse item.
O parecer foi lido hoje, foi aberta vista coletiva, e amanhã, às 14h30, nós voltaremos para fazer a discussão e, se houver acordo, faremos também a sua votação.
Por isso, Sr. Presidente, eu queria comunicar a todos os nossos Senadores e a todas as nossas Senadoras os passos da Medida Provisória 665.
Em relação à Medida Provisória 664, o Relator também fará uma reunião com as entidades sindicais. A previsão é dia 22 de abril, e, a partir daí, ele deverá apresentar o seu parecer e nós traremos ao conhecimento do Congresso Nacional, dos nossos Senadores e das nossas Senadoras.
Portanto, Sr. Presidente, muito obrigado e vamos amanhã fazer a discussão.
 
( da redação com texto de Mariana Lima e edição de Genésio Araújo Jr)

quinta-feira, 16 de abril de 2015

TRABALHADORES RURAIS CONTRATADOS POR SAFRA PODEM SER INCLUÍDOS NO SEGURO-DESEMPREGO.

A proposta vai fazer parte do novo texto para a MP 665/14, que está sendo negociada com o governo e as centrais sindicais. É a medida provisória que reduziu o prazo de carência para vários benefícios trabalhistas.

quarta-feira, 15 de abril de 2015

JORNALISMO - RELATOR APRESENTA PARECER SOBRE MP 665/2014 - VEJA O VÍDEO!

 
A MP altera prazos de carência para os benefícios trabalhistas do seguro-desemprego, abono do PIS e seguro-defeso.
 
Os parlamentares apresentaram mais de 230 emendas. O relatório, que ainda está sendo negociado antes de ir à votação, amenizou o texto do governo.
FONTE: youtube.com

terça-feira, 14 de abril de 2015

DILMA SILVA PARTICIPOU DA REUNIÃO QUE ESCLARECEU DETALHES SOBRE PREVIDÊNCIA SOCIAL, EM ARACAJU

A Presidente da Colônia de Pescadores Z-8 de Propriá e diversos presidentes receberam informações referentes a direitos e deveres dos pescadores.
Reunião na sede da Força Sindical.
Mais uma vez, a Presidente da Colônia de Pescadores e Aquicultores Z-8 de Propriá, junto com outros presidentes, participaram de uma reunião promovida pela Federação dos Pescadores e Aquicultores de Sergipe, FEPESE, com a participação do Gerente de subsidios do INSS em Aracaju. Na reunião foram esclarecidos direitos e deveres das Colônias de Pescadores e dos Pescadores e pescadoras,  junto à Previdência Social. O assunto foi debatido na sede da Força Sindical.
Dilma Silva participou do encontro. Para ela este é um momento importante para que todos possam conhecer mais sobre o assuntos que vem prejudicando os pescadores, passar estas informações de forma clara é o melhor caminho para o correto entendimento e, assim, as pessoas saberão como conseguir o auxílio necessário.
Representando o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), O Gerente de Subsidios, Elson,  falou das políticas para a beneficios e seguro especial para os pescadores. E tamem falou sobre alguns detalhes da portaria recém divulgada pelo Ministério da Previdência Social relacionada ao pescador artesanal no exercício de suas atividades.
"A Presidente da Colônia de Pescadores e Aquicultores Z-8, disse que o trabalho desenvolvido pelos presidentes das Colônias dos pescadores de sergipe, é árduo e todos precisam viver com tranquilidade no futuro. Nós, das colônias, iremos contribuir no que for preciso para ajudar os pescadores", completa Dilma Silva.
Cartilhas CDs e folhetos com informações sobre os assuntos relacionados aos pescadores aposentadoria, dentre outras, foram entregues aos participantes da reunião.

sexta-feira, 10 de abril de 2015

SEM CONCESSÕES DO GOVERNO, MPs 664 E 665 SOBRE BENEFÍCIOS SOCIAIS NÃO SERÃO APROVADAS, DIZEM PARALAMENTARES.


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O governo terá de fazer concessões e aceitar mudanças nos textos das medidas provisórias 664/2014 e 665/2014 se quiser aprová-las no Congresso Nacional. O alerta foi feito nesta quinta-feira (9) por parlamentares que participaram de audiência pública conjunta realizada pelas comissões mistas que analisam as matérias. As críticas partiram tanto de integrantes da base do Palácio do Planalto como de oposicionistas.
As MPs alteraram regras para concessão de benefícios previdenciários (MP 664) e trabalhistas (MP 665), criando barreiras para o acesso, como prazos maiores de contribuição para a solicitação. As normas mexeram em regras da pensão por morte, auxílio-doença, seguro-desemprego, seguro-defeso dos pescadores artesanais e abono salarial.
Entenda o que mudou nos benefícios

A audiência pública contou com os ministros do Planejamento, Nelson Barbosa; e da Previdência Social, Carlos Eduardo Gabas, e foi a última realizada pelos dois colegiados antes da apresentação dos pareceres dos dois relatores — respectivamente, o deputado Carlos Zarattini (PT-SP) e o senador Paulo Rocha (PT-PA) —, na próxima semana.
— Sou do PMDB, da base do governo. Votei no Lula. Mas me recuso a votar nessas duas MPs — disse o deputado Marx Beltrão (PMDB-AL). O senador Paulo Paim (PT-RS) afirmou que não existe “a mínima chance” de as medidas provisórias serem aprovadas sem alteração. Ele propôs um grande acordo para votar os textos.
Já a deputada Gorete Pereira (PR-CE), que é relatora-revisora da MP 665, declarou que o Planalto não tem encontrado apoio nem mesmo no PT.
— O governo não está com apoio nem do próprio partido dela [da presidente Dilma Rousseff] — comentou Gorete.
Sem margem
O ministro do Planejamento reconheceu a dificuldade e disse que o governo aceita fazer concessões, mas reforçou que não abre mão das medidas, que, segundo ele, são estruturais e vão melhorar o desempenho dos programas sociais.
— Estamos abertos ao diálogo. Mas elas [MPs] continuam sendo, em nossa opinião, urgentes, essenciais e necessárias — sustentou Nelson Barbosa.
A redução das despesas obrigatórias com as duas medidas provisórias é de R$ 18 bilhões, conforme o governo. O ministro não quis antecipar quanto desse valor o Executivo está disposto a abrir mão na negociação, porém adiantou que a margem é pequena.
— Esse número será definido ao longo da negociação. Acho que é possível preservar a direção das medidas, adequando sua intensidade à preocupação dos parlamentares. Mas o espaço é muito pequeno — disse.
De acordo com o ministro, as MPs vão contribuir para o governo federal atingir a meta de superávit primário deste ano, de R$ 55,3 bilhões, e ajudar a reequilibrar as contas públicas — pré-condição, segundo ele, para a retomada do crescimento econômico.

Da Agência Câmara